terça-feira, 4 de junho de 2013

Meio barro, meio tijolo


Falaê, cambada bem vestida (e recibeiros frequentadores)

Campeonato recomeçando, blog tentando voltar. Ok, rolou o Carioqueta que eu até respeito, mas são outros 500 e eu estava tentando ter vida própria.

A vida não está lá nada fácil para nós, ricos Flamenguistas (porque, claro, não existe pobre Flamenguista...pobre é quem não tem nem passaporte). Nós, que pertencemos a uma classe futebolística altíssima, estamos vivendo dias difíceis. Os mortos de fome/sem passaporte estão pensando que a moda do bolsa família, que tira da pobreza extrema e leva para a pobreza mediana, vai chegar ao futebol também; Nosso time, do jeito que tá, vai brigar pela ultima vaga na Sulameriquem 2014; Nosso técnico é tão verdadeiro quanto o meu cabelo; e, como se não bastasse, estamos sem estádio no Rio. Ai você me quebra!

Quando olhamos para os últimos dois jogos percebemos o quão alarmante a situação é. Que foi o nome mais comentado? Renato Canelada Urubu! No primeiro, por perder aquilo que jogador nenhum deve perder. Renato, meu amigo, pênalti não se perde! Não adianta fazer mimimi, se revoltar e ficar putinho dentro das calças... Torcedor nenhum perdoa uma coisa dessa. Guarda a viola no saco e aceita. Já no segundo jogo, por ser o autor do gol “salvador”. Meu Deus! Imagino Deus Zico ouvindo que houve um gol salvador na terceira rodada do brasileiro contra a potencia (so que não) atleticana do Paraná. Não vou comentar...

Perdeu um pênalti, fez gol do empate no outro, então na média ficou tudo nos conformes. Ahan... Coloca a cabeça no freezer a -26°C e os pés no forno a 100°C, na media 37°C e tu ta morto!!

Renato não é culpado (não sozinho) pelo desempenho do time. Seu nome ficou em evidência nos últimos dias, mas poderia ter sido com qualquer um, haja vista que o time do Flamengo caminha para o entediante caminho mediano. Eu, como administradora, entendo a postura inteligentíssima na nova direção em colocar a casa em ordem e sei que o mais natural é termos um ano morno, sem grandes sustos. Sedimentar e subir, sedimentar e subir... Mas, porra, como torcedora e noiva de um tricolete, é foda ficar aturando certa coisas! Flamenguista não sabe ser assim, mediano. Ou briga pra ganhar a porra toda ou briga pra não cair e descaralhar tudo! Pode ser que eu esteja errada, mas esse banho-maria que 2013 se apresenta será um teste de paciência para todos nós, súditos de Rei-Deus Zico.

É rezar por alguma emoção na Copa do Brasil e não esperar muito do brasileiro: uma sapecada nos bambis paulistas, humilhar em todos os clássicos, ter o maior publico, deixar a arco-íris com as hemorroidas afloradas, etc... Isso é dever de casa, pelamor! De resto, o que vier é lucro. O ano é de planejamento.

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Em tempo: Parabéns pra rapaziada do basquete que representa nosso manto e mandou mais uma taça pra Gávea. Somos remadores, somos do basquete, somos do campo, somos da quadra, somos das piscinas, somos flamengo.

 

SRN
Belinha

 

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